Março é marcado pelo Dia Internacional da Mulher (8 de março). Mas quando falamos de mulheres de axé, a homenagem não cabe em um único dia. Elas são presença diária de força, sabedoria, resistência e cuidado.
As rodas de samba estão cada vez mais marcadas pelo ritmo da senzala.
A diferença é que hoje o povo não precisa mais se esconder, porque a cultura africana está em alta, viva, presente e cantada em voz alta. As composições vêm cada vez mais cheias de ancestralidade: orixás, caboclos, exus e pomba gira. Nunca se cantou tanto ao som dos atabaques, do cavaquinho e do tantã. A música de ancestralidade envolve, puxa para dentro, faz mergulhar em ritmos que contam histórias e trad
O Festejo de Iemanjá 2025 foi marcado por emoção, espiritualidade e um forte sentimento de união entre os terreiros participantes. Para quem viveu o momento de perto, a celebração representou muito mais do que um evento religioso: foi uma demonstração de respeito à ancestralidade, organização coletiva e valorização da fé de matriz africana.